A face mais banal de Francisco Alvim

O metro nenhum (Companhia das Letras, 2011), de Francisco Alvim, é a celebração de uma poética evidente já no título. Um livro cheio de advertências: montado por encomenda da editora; obra que realça a face mais “antipoética” do escritor, segundo Paulo Franchetti, e a mais “revolucionária”, como Zuca Sardan escreve na orelha, aquela diante da qual o “público mais fino pigarreia”. Continuar lendo “A face mais banal de Francisco Alvim”

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